[VÍDEO] Maria Rita – Alto Lá

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http://youtu.be/gPfvVThU9QY

https://www.youtube.com/user/SambabookVEVO

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Relacionamento estável com o samba. Em seu novo álbum, Coração a Batucar, Maria Rita consolida seu caso de amor com o gênero musical.

Publicado em 02/04/2014 |

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Maria Rita não quer ser identificada como sambista. Mas o que parecia ser apenas um romance de verão, no álbum Samba Meu, agora, sete anos mais tarde, dá pistas de ter evoluído para um relacionamento sério. Tanto que a cantora assumiu, em entrevista à Gazeta do Povo, concedida por telefone, estar irremediavelmente apaixonada pelo gênero musical. Embora faça questão de deixar claro que se trata de uma relação aberta, na qual cabem incursões por outros territórios musicais sem cobranças ou crises de ciúme. A não ser por parte de seus fãs. “Eu sei que alguns deles torcem o nariz para a minha escolha. Chegam a perguntar: ‘Quando vou voltar a cantar música de verdade?’. Mas não me sinto na obrigação de agradar a todos o tempo todo, não.”

Coração a Batucar, novo disco de Maria Rita, que chega nesta semana às lojas e já está disponível no site iTunes, foi nascendo aos poucos. Não foi fruto de uma decisão pontual, tomada de uma só vez.

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Lançamento
Coração a Batucar
Maria Rita. Universal Music. Preço médio: 24,90 (CD) e US$ 11,99 (iTunes). Samba.

No ano passado, a cantora paulista, hoje radicada no Rio de Janeiro, para onde se mudou há sete anos, encerrava um ciclo dos mais significativos – e emocionalmente desafiadores – de sua vida: a turnê Redescobrir, primeiro batizada como Viva Elis, com o repertório de sua mãe, a grande Elis Regina (1945-1982). Inquieta, Maria Rita, hoje com 36 anos, começou a buscar um novo projeto que lhe fizesse o coração bater mais forte. E ouviu um batuque: era o tal do samba batendo à sua porta de novo.

“Apresentei o show de Samba Meu durante uns três anos e meio, quatro, antes de partir para o projeto de Redescobrir. As praças pediam um espetáculo novo, com outro repertório. Mas eu sentia, dentro de mim, que aquela história não havia terminado, podia render mais”, contou. Dessa constatação, brotou o anseio de não apenas revisitar sua relação com o gênero musical, mas de aprofundá-la, dela fazendo um elemento provavelmente fundamental em sua carreira daqui para frente.

Gonzaguinha

Uma prova de que a aproximação de Maria Rita do samba não é passageira, foi a opção de, pela primeira vez, assinar a produção de um “álbum” seu – ela não gosta muito do termo CD. O embrião do disco começou a ser gerado em setembro de 2013, na elaboração do show apresentado no palco Sunset da última edição do Rock in Rio. A cantora apresentou um set list composto apenas por sambas de Gonzaguinha (1945-1991), interpretados sem instrumentos tradicionais.

A ideia inicial era de que ela gravasse cinco dessas músicas interpretadas na apresentação do festival. “Gonzaguinha é um compositor de quem sempre gostei muito e que foi muito importante na carreira de minha mãe. A canção ‘Redescobrir’, que deu nome à minha turnê, foi escrita especialmente para ela, e fechava o espetáculo e o disco Saudades do Brasil [álbum duplo lançado em 1980].”

Acontece que, à medida em que Coração a Batucar começou a ganhar contornos, com os sambas inéditos enviados por diversos compositores, surgiu um impasse. As composições de Luiz Gonzaga Jr. selecionadas – como “O Que É o Que É?”, “Acredito na Rapaziada”, “E Vamos à Luta”, “É” e “O Homem Falou” – são sambas de teor mais engajado, com letras desafiadoras no plano político, e entravam em dissonância com o tom mais pessoal, intimista e amoroso do disco que ao poucos emergia. Dois deles entraram como bônus do álbum no iTunes: “Comportamento Geral” e “Um Sorriso nos Lábios”.

“Eu me recuso a ser perfeita”

Coração a Batucar foi gravado praticamente todo ao vivo, em estúdio, no Rio de Janeiro. Maria Rita disse que, já nos seus primeiros discos, sempre preferiu trabalhar assim. A ideia é conseguir um resultado mais orgânico e humano. Avessa a recursos como o Auto-Tune, criador de áudio usado para disfarçar imprecisões e erros, a cantora diz, categoricamente: “Eu me recuso a ser perfeita”.

Os arranjos do disco são assinados pelo maestro veterano Jota de Moraes, que opta pelo requinte do acústico sem grandes afetações. Todos são executados pela banda formada pelo marido da cantora (e pai de sua filha, Alice, de 1 ano), Davi Moraes (guitarra), Alberto Continentino (baixo), Wallace Santos (bateria), Rannieri Oliveira (teclados) e Marcelinho Moreira e André Siqueira (percussão).

O novo disco tem como primeiro single “Rumo ao Infinto”, de Arlindo Cruz, de quem ela já havia gravado várias composições em Samba Meu, em parceria com Marcelinho Moreira/Fred Camacho. “Quando ouvi a música pela primeira vez, arrepiei na hora, chorei.” A letra, sobre uma reconciliação amorosa, diz: “Pois é/ Nosso grande amor/ Que balança mas não cai/ Com fé/ Já se superou/ Rumo ao infinito/ vai/ E por ser tão forte assim/ Bem mais lindo que um jardim/ Nada pode abalar”.

“Não é uma experiência que eu tenha vivido em minha vida pessoal, mas é uma história tão bonita que quis cantá-la”, disse Maria Rita, para quem interpretar vai além da técnica, e envolve o esforço de se colocar no lugar de quem escreveu a canção, a entrega ao texto da música.

A primeira composição escolhida para Coração a Batucar, no entanto, foi “Saco Cheio”, originalmente cantada, nos anos 1980, por seu autor, Almir Guineto.

Embora seja um disco mais coeso do que Samba Meu, Coração a Batucar tem bastante a ver com o álbum de 2007. Começa e termina em clima de pagode, com sambas metalinguísticos, que falam do próprio gênero. O que se seguem são sambas-canções românticos e líricos, que realmente seriam muito contrastantes com o tom mais perfurante e político das composições de Gonzaguinha.

Vale destaque “No Meio do Salão”, espécie de resposta feminina de “Sem Compromisso”, de Geraldo Pereira. Integram o álbum composições feitas para ela, como “É Corpo, É Alma, É Religião” e “Meu Samba, Sim, Senhor”, mas também músicas inéditas. Entre elas, “Vai, Meu Samba”, de Noca da Portela e Sergio Fonseca, que já tinha 20 anos de gaveta. GGG1/2

http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=1458802&tit=Relacionamento-estavel-com-o-samba

 

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[ÁUDIO] MARIA RITA canta “Alto Lá”: SambaBook Zeca Pagodinho

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iTunes

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Em cena, o coração de Maria Rita também batuca ao som de Aragão e Gil – Blog Notas Musicais.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

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Samba composto por Jorge Aragão em parceria com Alberto Souza, Do fundo do nosso quintal – música-título de álbum lançado pelo grupo carioca Fundo de Quintal em 1987 – é uma das novidades do roteiro do show Coração a batucar, baseado no homônimo sexto álbum de Maria Rita. A cantora paulistana também dá voz a um samba sinuoso de Gilberto Gil – Ladeira da preguiça, lançado em 1973 na voz emblemática de sua mãe Elis Regina (1945 – 1982) – no roteiro que basicamente mixa músicas dos dois discos de samba da artista, Samba meu (Warner Music, 2007) e Coração a batucar (Universal Music, 2014). Base do sexto DVD de Maria Rita, o show teve sua estreia nacional em 12 de abril de 2014, em apresentação feita pela cantora na Choperia do Gordo, situada na cidade de Lorena (SP). Eis o roteiro seguido por Maria Rita - vista em foto de Vicente de Paulo - na estreia nacional do show que vai chegar ao Rio de Janeiro (RJ) em 25 de abril de 2014 e, na sequência, já vai partir em turnê nacional:

1. É corpo, é alma, é religião (Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto, 2014)
2. Cara valente (Marcelo Camelo, 2003)
3. Maltratar não é direito (Arlindo Cruz e Franco, 2007)
4. Abre o peito e chora (Serginho Meriti, Rodrigo Leite e Cauíque, 2014)
5. Rumo ao infinito (Arlindo Cruz, Marcelinho Moreira e Fred Camacho, 2014)
6. O que é o amor (Arlindo Cruz, Maurição e Fred Camacho, 2007)
7. Fogo no paiol (Rodrigo Maranhão, 2010)
8. Bola pra frente (Xande de Pilares e Gilson Bernini, 2014)
9. Saco cheio (Dona Fia e Marcos Antônio, 1981)
10. Comportamento geral (Gonzaguinha, 1973)
11. E vamos à luta (Gonzaguinha, 1980)
12. Maria do Socorro (Edu Krieger, 2007)
13. No meio do salão (Magnu Souza, Maurílio de Oliveira e Everson Pessoa, 2014)
14. Coração a batucar (Davi Moraes e Alvinho Lancellotti, 2011)
15. Cria (Serginho Meriti e César Belieny, 2007)
16. Mainha me ensinou (Arlindo Cruz, Xande de Pilares e Gilson Bernini, 2014)
17. Ladeira da preguiça (Gilberto Gil, 1973)
18. No mistério do samba (Joyce Moreno, 2014)
19. Num corpo só (Arlindo Cruz e Picolé, 2007)
20. Coração em desalinho (Mauro Diniz e Ratinho, 1986)
21. Meu samba, sim, senhor (Fred Camacho, Marcelinho Moreira e Leandro Fab, 2014)
22. Tá perdoado (Arlindo Cruz e Franco, 2007)
Bis:
23. Do fundo do nosso quintal (Jorge Aragão e Alberto Souza, 1987)
24. O homem falou (Gonzaguinha, 1987)

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[ÁUDIO] MARIA RITA canta “Boa Noite”. Cervejaria do Gordo. Lorena. 12/04/2014. Turnê “Coração a Batucar”

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Maria Rita sai em turnê com “Coração a Batucar”, seu segundo (e mais elogiado) disco de samba

15/04/2014 | Notícias


MR

Sete anos depois de “Samba Meu”, Maria Rita acaba de lançar “Coração a Batucar”, sua segunda incursão pelo mais brasileiro dos gêneros musicais. E antes mesmo de colocar o ‘bloco na rua’, ela já possuía mais de 80% do repertório do novo show. “Sou uma pessoa inquieta. Trabalhei durante três meses em sigilo absoluto e conforme o disco ia se desenhando, o show ganhava forma na minha cabeça. Agora faltam apenas os detalhes”, anunciou a cantora durante a maratona de entrevistas para o lançamento do álbum, que já se encontra disponível no iTunes e chegou às lojas físicas em 11 de abril.

Com direção da própria Maria Rita, a nova turnê tem início no dia 26 de abril, na Fundição Progresso, Rio de Janeiro. Antes, porém, ela fez uma pré-estreia em Lorena, no interior de São Paulo, no dia 12: “Costumo dizer que o primeiro show é sempre uma pré-estreia. É quando podemos fazer os últimos ajustes, acertar os detalhes”, afirma. Animada com o novo trabalho, a cantora conta que não pretende fazer deste show uma réplica do novo CD, mas o foco é o samba. “O samba permeia minha carreira desde o início. Por isso, além das novidades de “Coração a Batucar”, trago canções do “Samba Meu” e outras desses 12 anos de estrada. Sou madrinha de bloco, desfilo em escola de samba no Rio e em São Paulo. Já avisei no Facebook que esse disco é para se acabar de dançar, sair com bolha no pé”, brinca.

Maria Rita quer reproduzir no palco o clima que norteou a produção de “Coração a Batucar”, que foi gravado praticamente ao vivo, em uma autêntica roda de samba. “A nossa disposição no palco se dará de uma forma que a plateia poderá ver a minha interação com os músicos, sem que para isso eu precise estar de costas para o público”, antecipa.  Liderada por Davi Moraes (guitarra), a banda que a acompanhou em estúdio também vai para o palco, e conta ainda com Alberto Continentino (baixo), Rannieri de Oliveira (piano) e Wallace Santos (bateria).

Os figurinos são do estilista e parceiro de longa data, Fause Haten, que pela primeira vez, também assina os cenários de um show. A iluminação fica a cargo de Samuel Betts, o figurino da banda é de Gilda Midani, a execução da cenografia é da Tiba Produções, de Esequiel Jr. e Mara Cesar, e a produção geral é da Tribo Produções. “O cenário é surrealista e ao mesmo tempo minimalista. Está bem diferente de tudo o que já apresentei, mas é um show que poderei levar para qualquer lugar”, afirma.

Coração a Batucar começou a tomar forma quando Maria Rita foi convidada pela produção do festival Rock in Rio a montar show exclusivo para o palco Sunset, em 2013, e resolveu dar vazão à paixão por Luiz Gonzaga Jr, o Gonzaguinha. “Ali, o bicho pegou. Veio a reação da plateia… foi demais!”, recorda. Além disso, a repercussão de Samba Meu (seu primeiro álbum do gênero) nas redes sociais e os diversos prêmios recebidos – como o Grammy Latino de melhor álbum de samba – não deixaram dúvida. “Não posso dizer que comecei a fazer a pesquisa de repertório já pensando num disco de samba. Foi acontecendo.”

Puxado por “Rumo ao infinito” (Arlindo Cruz, Marcelinho Moreira e Fred Camacho), escolhida a primeira música de trabalho e em alta rotação nas rádios brasileiras, “Coração a Batucar” traz ainda a canção “Meu Samba, sim, senhor”, dos mesmos Marcelinho Moreira, Fred Camacho e Leandro Fab que abre o disco: “Mais uma vez/ Aqui estou/ Não vou negar/ Eu vou representar com todo meu amor/ Cantando por aí/ Levando a alegria pro meu povo/ Não há nada que me faça mais feliz/É tão encantador/ Meu samba, sim, senhor.”

O repertório traz ainda “Fogo no paiol”, de Rodrigo Maranhão, “Abre o peito e chora” (Serginho Meriti) e “No meio do salão”, de Maurílio de Oliveira e Everson Pessoa, do novo samba paulista da tradição do “Samba da Vela”. Do baú de Almir Guineto veio a bem humorada “Saco cheio” (Dona Fia e Marco Antonio). Os refrãos irresistíveis de Xande de Pilares e Gilson Bernini estão presentes em “Bola pra frente” e, também, em “Mainha me ensinou”, canção que a dupla assina ao lado de Arlindo Cruz. E de Joyce Moreno recebeu uma espécie de declaração de princípios em “No mistério do samba”: “Que bom que é poder mergulhar no mistério do samba”.

Aos que perguntam se é uma volta ao samba, sete anos depois de seu primeiro trabalho dedicado integralmente ao gênero, Maria Rita responde primeiro com os versos de “É corpo, é alma, é religião”, a faixa de Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto, que encerra o disco: “Eu não nasci no samba, mas o samba nasceu em mim”. Depois, ela completa com a sua própria história: “É uma coisa intra-uterina. Minha mãe adorava sambas e gravou muitos. Eu sempre estive aqui. Não posso estar voltando de onde nunca saí”.

Para conferir o roteiro completo da turnê, clique aqui!

http://www.maria-rita.com/blog/index.php/maria-rita-sai-em-turne-com-coracao-a-batucar-seu-segundo-e-mais-elogiado-disco-de-samba/ 

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[Promoção] JBFM: sorteio de ingressos para o show de estreia da nova turnê de Maria Rita (dia 26 de abril), na Fundição Progresso.

promoção jb fm

http://jbfm.ig.com.br/Promocao/Listar/1379/11-04-2014/maria-rita

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‘Coração a Batucar’ – O samba sem caricaturas grifado por Maria Rita

Legítima herdeira da ‘escola Elis Regina’ do canto, Maria Rita explora o gênero com requinte e beleza  em seu novo disco.

http://blogs.recifecbn.com.br/cultura/coracao-a-batucar-o-samba-sem-caricaturas-grifado-por-maria-rita/

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Maria Rita volta a se embebedar de Samba

Acabo de ouvir o disco de Maria Rita, o novo, Coração a Batucar, e estou bastante satisfeito. Maria Rita por sorte herdou o talento de Elis, mas com toda dificuldade peculiar aos filhos dos gênios, segue sua trajetória de sucesso mostrando que não é apenas a filha da Elis. É Maria Rita, cada vez mais derramada ao samba.

Ao contrário do primeiro disco de Samba, “Samba Meu” onde gravou aqueles de quem se mais influenciava em suas incursões pelo samba (Serginho Meriti, Franco, Arlindo Cruz) dessa vez trouxe sambistas mais contemporâneos (Fred Camacho, Marcelinho Moreira, Everson Souza, Magnu Sousá) porém, não se esqueceu daqueles que a influenciaram cantando até Noca da Portela.

Cheia de personalidade, encarna o samba e desfila suavemente pelo ambiente, classuda, ainda arremata “Não acho que o samba tenha que ser boteco, tamborim e o pandeiro sempre. Não acho que seja só isso.” Em entrevista a Marcos Sampaio do O Povo.

Do lado das canções destaco a faixa que abre o disco, “Meu Samba, Sim, Senhor” de Fred Camacho, Marcelinho Moreira e Leandro Fab. Quase que um manifesto pessoal “mais uma vez, aqui estou, não vou negar, eu vou representar com todo o meu amor, cantando por aí, levando a alegria pro meu povo, não há nada que me faça mais feliz, é tão encantador, meu samba, sim, senhor”. Na seara dos sambistas mais antigos ela canta “Saco Cheio” de Almir Guineto lá do inicio da década de 80, do disco Suburbano (1981).

capa_cd_MariaRita_divulgacao_1403061http://pablosouza.com.br/site/musica/maria-rita-volta-a-se-embebedar-de-samba/

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MARIA RITA

Jornalista. 15/11/1974. RJ. rschott2004@gmail.com.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Bati um papo com a simpática e adorável (sim, ela é) Maria Rita para O Dia, sobre seu disco novo. Leia aí (o link original da matéria está aqui).

maria_ritaMARIA RITA RETOMA O SAMBA EM NOVO ÁLBUM
Coração a batucar por muito pouco não foi um disco com ‘a acidez do rock’
Publicado em O Dia em 26 de março de 2014

Algumas decisões de Maria Rita não têm sido fáceis. Não foi tranquilo optar por rever o repertório da mãe Elis Regina em Redescobrir, DVD de 2011, nascido de um projeto da Nivea, Viva Elis. “Seria muito óbvio fazer isso. Oportunismo barato não faz minha cabeça. O convite veio no momento certo, mas encarei como uma homenagem e não me referi a ela como Elis no palco, só como mãe. Quis cuidar dela, como você cuida de uma mãe quando ela fica mais velha”, conta a cantora, que retoma a trilha do álbum ‘Samba Meu’, de 2007, em mais um CD dedicado ao estilo, Coração a batucar.

A volta ao batuque traz também as lembranças difíceis do fim da turnê de Samba meu, que ainda gerou um DVD ao vivo. “Foi um trauma. Em algumas cidades, eles não queriam mais o show do disco, pois já tínhamos passado por elas quatro, cinco vezes. Pela demanda, surgiu um show de violão e voz que gerou o Elo (quarto disco)”, recorda, nada saudosa.

Incrivelmente, foi o Rock in Rio, em cujo palco ela cantou no ano passado, que a fez retornar ao samba. “Sugeri cantar músicas do Gonzaguinha, mas não fui com uma formação tradicional de samba”, recorda ela, que convidou o jazzístico Jota Moraes para os arranjos do disco novo. “Algumas músicas têm sonoridade de samba dos anos 50. É eclético, mas não é samba disfarçado.”

Ela revela que a revolta do rock paira sobre o novo disco. “Cheguei a pensar em fazer um disco com essa acidez do rock. Algo mais indignado, de botar tudo para fora”, diz. “Vi um DVD do Metallica e o vocalista (James Hetfield) usava um microfone antigo, de rádio. Perguntei para meu diretor técnico como eu conseguia um daqueles e ele: ‘Não acredito que você tá vendo isso, Maria Rita!’”, diverte-se. A acidez vazou para sambas como Saco cheio (do repertório de Almir Guineto).

Recuperada de uma cirurgia umbilical (por causa de uma diástase muscular) a mãe de Antonio, 9 anos, e Alice, 1 ano (de seu atual casamento, com Davi Moraes), revela que ainda não foi ver Elis — A musical. “Estava produzindo o disco e não tive tempo. Mas sei que está em ótimas mãos”, conta. Ela não tem muitas lembranças da mãe, que perdeu aos 5 anos. “Tenho só sensações. Uma vez descrevi para o meu pai a casa em que a gente morava e ele: ‘Não é possível que você lembre disso!’ Fui ao velório dela e achava que ela estivesse dormindo. A única coisa que me falaram foi que ela teve problema no coração. Falava para pararem de falar, para não a acordarem.”

Ela não se abalou com a declaração do novelista Aguinaldo Silva — que disse que “cortaria os pulsos” se a tivesse na abertura de Falso brilhante, sua próxima novela. “Vou falar o quê? ‘Goste de mim, pelo amor de Deus?’”

http://ricardoschott.blogspot.com.br/2014/04/maria-rita.html?m=0

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